domingo, 25 de novembro de 2007

gotas de agulha


Estava na praia, aquele calor infernal que a maioria dos brasileiros gostam. Utilizei a palavra " maioria", porque existem muitas pessoas no Brasil, como eu que preferem, com certeza ir para um lugar que neva do que ir para uma praia, como fui aquela vez!
Estava na praia eu, meus pais , minha linda prima Myra e minha outra magnífica prima Elaine. Naquele dia amanheceu um dia lindo com raios de sol e nuvens, mas quando se está em uma praia sempre fique preparado para o pior!
A praia não era dezerta, mas naquele dia tinham poucas almas vivas pisando na areia molhada da água salgada do mar! Paramos o carro e começamos a andar pela praia até o outro lado pisando nas águas-vivas que ficavam paradas na areia trasidas pelas águas do mar, até paramos para admirar a beleza e o tamanho de uma! Até que chegamos ao nosso destino: as rochas do outro lado do praia. Assim que chegamos todos começaram a escalar aqueles monstros escupidos pelo mar. Ajudei a Myra a subir em uma, tirei fotos até que senti uma dor no meu ombro, achei que era uma câibra ,mas na hora que me dei conta essa dor estava por todos as células do meu corpo. Estava chovendo. Chuvas fortes, pingos grandes e pesados caíam sobre todos, nos machucando! Todos começamos a correr desesperadamente para o carro, mas o carro estava do outro lado da praia, detalhe: a praia era enorme!
Eu não sabia se eu chorava, pela dor dos pingos de agulha ou se ria por tropeçar na areia e desviar dos siris!
Quando chegamos no carro, graças a Deus estava todos bem.
O carro ficou enssopado e muito sujo!
e eu continuava rindo.

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